segunda-feira, 2 de junho de 2008

Deu na GRANDE mídia...

VOZ ROUCA
A ONG Fórum do Rio está convocando um ato público, para amanhã, às 13h, em frente à Assembléia contra a decisão de mandar a Justiça libertar o deputado Álvaro Lins.
Leia amanhã mais informações sobre o ato!

domingo, 1 de junho de 2008

DOMINGOS...

Recebi os dois texto abaixo por e-mail e gostei muito! Foram escritos por uma pessoa que não conheço tão bem, porém como não sou "simpático", nem tampouco puxa-saco, sempre publico o que considero interessante. Neste caso gostei da sensibilidade da autora.
DOMINGOS

Domingos têm a brochura de um "Ulisses" de James Joyce:
são dias eternos, lentos, arrastados pelas suas mal-contadas horas.
Têm resquícios de amores passados, ensopando manhãs.
Têm arestas de indecisão ampliando seu quebra-cabeça incompletável pra esticar as tardes.
Têm desejos de alguma novidade.
Têm contradições e desperdícios,não têm conclusões, só indícios.
Domingos adiam suas noites pra causar impacto.
E quando nos acostumamos depois de ter andado entre sonhos,entre livros, entre bares, entre tédios, entre ansiedades,entretenimentos, entrelinhas...
Domingo, tal qual o mar, anuncia sua ressaca: uma segunda-feira vingará.
sus-URRANDO
O EU TE AMO foi sus-urrado para não assustar.
Mas o olhar pronunciou a frase toda em voz maiúscula.
Imediatamente após receber o último e-mail dessa "amiga" não tão conhecida, questionei sobre...disse-lhe que talvez estivesse um pouco "travado" para entender! Ao que ela me respondeu como segue:
"É quando a pessoa evita dizer algo que já tá explícito porque tem medo de que se revelando ela assuste o outro. Mas a boca cala, o olhar denuncia..."

quinta-feira, 29 de maio de 2008

HIATO: CINEMA OCUPADO

HIATO: CINEMA OCUPADO


O Grupo Estação, via Oficina Cine Escola, em parceria com a ANF – Agência de Notícias das Favelas, realizou o evento Cinema Ocupado com a pré-estréia do documentário Hiato: seguida de debate, distribuição de alimentos e atividades culturais. O evento contou também com parceiros como a Rain Network, Sindisprev e o Sindicato dos Bancários.


Hiato: traz uma reflexão sobre o abismo entre as classes sociais do nosso país e a forma como se relacionam. São vinte minutos de edição de imagens realizadas pela imprensa em 03 de agosto de 2000, quando movimentos sociais se organizaram para uma visita ao famoso shopping da zona sul da cidade e sofreram forte repressão policial. O filme conta ainda com depoimentos atuais de convidados, entre eles, profissionais de Comunicação Social e participantes do ato.

O evento contou com a presença de moradores e ocupantes dos assentamentos Campo Belo, Tinguá, ocupação indígena de Camboinhas, Zumbi dos Palmares, Chiquinha Gonzaga, Manoel Congo, Quilombo das Guerreiras e moradores do Complexo do Alemão e também com a presença da comunidade protagonizada,composta, em sua maioria, por pessoas que nunca visitaram uma sala de cinema. O convite estendeu-se aos outros segmentos da sociedade.

Às 9h30, o evento deu início com apresentação dos índios Guarani ocupantes do movimento de Camboinhas. Em seguida, a sessão foi apresentada pela representante do Grupo Estação e pelo diretor do filme, Vladimir Seixas.


Após a sessão, houve um debate com uma mesa composta por Mardônio (representante do MST- Movimento Sem Terra), João Tancredo (presidente exonerado da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ e presidente do IDDH, Instituto de Defensores de Direitos Humanos), Cristiane de Cássia (jornalista do jornal O Globo, presente na cobertura do ato em 2000), Elisabeth da Silva (sem teto, integrante do Assentamento de Campo Belo, Km 32, participante do evento na época, principal entrevistada do documentário), Valéria Tatsch (representante do MTL) e André Fernandes, diretor da ANF, Agência de Notícias das Favelas, participante do ato como um dos organizadres da FLP, Frente de Luta Popular, representando o Movimento Favelania. O debate durou aproximadamente duas horas.






Em seguida, oferecemos pão com mortadela e refrigerante a todos os convidados, enquanto começou uma apresentação do grupo Finabatucada na praça da Cinelândia, encerrando o evento.






segunda-feira, 26 de maio de 2008

Deu na GRANDE mídia...


Quem diria? Capitão Nascimento, do filme “Tropa de Elite”, aderiu ao PT.

O personagem nasceu da experiência de Rodrigo Pimentel como comandante do BOPE. Co-autor do livro “Elite da Tropa” e roteirista do filme, ele serviu à Polícia Militar do Rio de Janeiro entre 1990 e 2001. Hoje, ganha vida como consultor de segurança.

Ligado a César Maia, tentou sem sucesso se eleger pelo ex-PFL deputado estadual em 2002. Mudou de lado. Engajou-se na campanha de Ingrid Gerolimich, 24 anos de idade, candidata da Juventude do PT a vereadora. Assinará a ficha de filiação ao PT nos próximos dias.

domingo, 18 de maio de 2008

CASAMENTO E LIBERDADE

Normalmente casamento é associado à prisão e limite. “O cara está se amarrando”—é o que se diz do moço que está para casar. Há, inclusive, a tal “despedida de solteiro”, quando o jovem reúne os amigos, e com eles sai, a fim de dar “adeus à liberdade”.

Conheci minha mulher, Adriana, depois de vir de um relacionamento intenso e conturbado, e, por meio do qual meu primeiro casamento havia acabado. Todos conhecem a história, de um modo ou de outro, posto que os fatos se tornaram públicos. Todavia, nem de longe é disso que desejo falar aqui.

Como eu dizia, vim a conhecer a Adriana e a imediatamente me apaixonar por ela. Depois amei-a. Depois não podia mais imaginar a vida sem ela. Assim que falei em casamento com Adriana, ainda em setembro de 2000—três meses após havê-la conhecido—, ela me sugeriu que tivéssemos, sobretudo, uma aliança de liberdade, porque “onde há o Espírito do Senhor, aí há liberdade”. Ou seja: que nossa Certidão de Casamento carregasse em anexo uma Carta de Separação Consensual. Assim, dizia ela, ficaria sempre certo e claro para nós dois que não estávamos numa prisão, mas uma relação que se fizesse justificar em existência apenas pela presença do amor, do desejo, do carinho, do respeito, e da amizade.

Estamos juntos há quase cinco anos. Nesse período, de tempos em tempos, ela me diz que “estou livre para deixá-la quando desejar”. E, normalmente, ela diz isso quando as coisas estão lindas, belas e ótimas—ou seja: nos auges de nosso amor e alegria conjugal e familiar, como foi o caso do último Reveillon, quando estávamos todos da família, de ambos os lados, num encontro feliz e inesquecível para todos nós. A única vez em que ela me repetiu essa frase de modo não associado à alegria foi quando da morte de meu filho Lukas. “Meu amor! Você perdeu um filho. Se você desejar buscar alguma coisa que ficou para trás, e que tenha sido suscitada em você por essa perda, pode ir; e saiba: eu vou entender, embora eu vá sofrer de dor de morte. Mas você está livre”—disse ela na frente de meu filho Ciro.

Sim, eu sou um marido livre, e estou com ela porque a amo e a quero! Alguém poderia considerar que a vida de um pastor tem sempre no ministério um ponto de referência para consideração quando se trata de divórcio e separação. Ou seja: muitos pastores, se fossem médicos ou advogados, separar-se-iam urgentemente de suas esposas. Todo mundo sabe que é assim. Com a minha mulher, todavia, é diferente. Adriana, lá atrás... bem no início... inclusive me ofereceu “cobertura ministerial para me proteger das bocas malignas”, no caso de um dia eu querer usar a Carta Consensual de Separação. Ou seja: nem nesse quesito eu teria problemas, até porque, sinceramente, não desejaria estar ao lado de ninguém apenas por causa do ministério. Deus me livre. Jamais!

Estou dizendo isto porque há pouco Adriana olhou para mim e disse as mesmas palavras. O estranho é que quanto mais ela diz isso, mas o poder que em mim se fixa é o oposto: uma vontade danada de ficar, ficar, ficar... ficar para sempre... e até de rasgar a tal Carta Consensual de Separação... que só não pode ser rasgada também porque eu nunca tive coragem de escreve-la.

Estou onde estou, com quem estou, do jeito que estou, porque quero, porque desejo, porque amo, por estou feliz, porque me faz bem, e porque é tudo de bom e prazeroso. Sim, amo Adriana, e ela me faz muito bem em todos os sentidos. Ela enche a minha vida de alegria e prazer. Alias, faz bem a todos, até mesmo à mãe de meus filhos, que aprendeu a amá-la, e com quem ela tem hoje uma relação de carinho e amizade. Sem falar que nossos filhos hoje se amam como irmãos. Desse modo, fica aqui o meu estimulo para que as pessoas se casem de modo livre e leve. Quanto mais livre e leve, mais profundo e mais definitivo será, na Graça de Deus. Nele, que nos chamou à liberdade e à paz.
Caio Fábio
Escrito em 15/01/05
Fonte: www.caiofabio.com

sábado, 17 de maio de 2008

AGENDA DO DIÁRIO ANDRÉ FERNANDES

Para uma melhor organização de meu tempo decidi que a agenda do DIÁRIO ANDRÉ FERNANDES será feita aos sábados. Quem quiser incluir algum evento envie um e-mail com antecedência para: contato@andrefernandes.jor.br

sexta-feira, 16 de maio de 2008

VEM & VÊ TV

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DA VEM & VÊ TV?

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